Morte
Ao som dos teus passos,
desse lento ritmo,
vagueando pelo mundo,
que vibram nos meus ouvidos,
como uma musica suave,
que se perde lentamente,
no meio da escuridão,
sonho no dia em que saís,
desse convento,
que mais parece um inferno,
quando chegará o dia da tua liberdade amor,
foste cair num poço de agua escura,
onde já não bebem corações,
hoje já não sentes quando choras,
porque te habituas-te ás lagrimas,
que moram,no fundo dos teu olhos,
ninguém te compreende nem te vê
Andas á procura da morte,
mas porquê?
se ela anda sempre atraz de ti.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
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1 comentário:
Eu procuro, não a morte mas a amizade, uma amizade que perdi, por amor.
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