quarta-feira, 26 de novembro de 2008

E o sol se deitou

E o sol se deitou

E quando o sol se deitou,
e a noite acordou,
eu olhei o teu sorriso,
procurei os teus lábios,
desci ao paraiso,
a lua e as estrelas,
podem cair,
o tempo pode fugir,
e eu só sei que te amo,
e me entrego,
as alegrias,
do desejo,
flutuando,
em ondas,
de felicidade

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Vem

Vem

Vem abriga-te,
nos meus braços,
morre por mim de paixão,
vem eu quero morrer,
em tua boca,
sussurrar ao teu ouvido,
quero o teu amor,
vem ressuscitar,
a minha alma,
deixa-me beijar,
o teu olhar,
e o meu sorriso,
se encherá de cores,
vem e deixa-me louca,
eu hoje sou toda tua

domingo, 16 de novembro de 2008

Palavras

Palavras

Deixas-te as tuas palavras,
para que eu sonhasse
e adoçasse a minha vida,
fizeste de mim prisioneira
e quando a chuva caía,
voávamos de braços abertos,
a apanhar as estrelas do céu,
abrasando os oceanos,
e era como nascer todos os dias,
cantando somente o amor.
Eu queria mais palavras
Que sem dizer nada
Tudo dissessem

sábado, 8 de novembro de 2008

Saudade

Saudade:

A saudade é como um rio,
que nasce humilde e pequenino,
e vai crescendo devagarinho,
expande-se até que vai dar ao mar.

A saudade é como uma noite fria,
sem luar e silênciosa,
e quando chega a madrugada,
sente-se a vida pesada,
e nossa alma cansada,

A saudade é como um,
gole de bebida amarga,
que nos embriaga,
o coração

A saudade é dor,
é amargura e tristeza,
são as lagrimas,
e a dor da perda de quem se ama

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Desejo

Desejo:

Desejo a tua boca na minha,
além do gosto do beijo,
aquece a minha alma,
e me dá de novo o olhar,
da esperança do teu amor,
e nessa dança quente de amar,
entrei num mundo de emoções,
no silêncio da noite,
vejo a luz do sol a brilhar

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Deixe-me

Deixe-me flutuar,
nos teus braços,
de carinhos,
doces ondas embalando,
os nossos corpos,
doce magia,
num mar de desejos,
eu sinto-te acolhendo meu corpo,
e nesse dar e receber,
embalada pelo teu sorriso,
sonharemos, os mesmos sonhos

domingo, 2 de novembro de 2008

Á beira mar

Á beira mar

Sentei-me á beira mar,
as ondas chegam sem mandar,
avisos de chegada,
trazendo sonho abandonados.
E lá longe já ao anoitecer de lua plena,
coberta de amor,sonhos e poemas.
E eis que um vulto se aproxima,
me cobre de doces beijos,
calma e lentamente,
me afaga os meus desejos,
e já o sol sorriu,
ainda sinto os seus lábios,
no meu corpo,
porque perto de ti,
não sou dona de mim
sou simplesmente tua

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